
Especialidades
Gestalt-Terapia
A Gestalt-terapia vê o homem como um ser no mundo. O homem age ativamente no mundo, transformando-o, e recebendo influências dele, em uma relação recíproca. O homem dá significado
ao mundo por meio de sua consciência intencional. Ele é sempre parte de um contexto.
Gestalt-terapia considera que o ser humano não pode ser concebido como partes isoladas ou como uma pessoa destacada de seu contexto, mas que deve ser visto como uma totalidade.
Na psicoterapia de abordagem gestáltica, a meta é que a pessoa consiga reequilibrar sua própria vida, tomando suas próprias decisões e efetuando escolhas que atendam às suas reais necessidades. Logo, partimos do princípio que em cada pessoa há as condições necessárias para alcançar o melhor aproveitamento de sua vida.
Terapeuta e cliente, então, investigarão juntos como este próprio, sabota sua felicidade, sua saúde ou seu processo de conscientização.
Para isso, a Gestalt terapia trabalha a partir do presente, do momento onde as dificuldades da pessoa emergem e, ampliando sua consciência, ir permitindo novos olhares, novas formas de ver a si própria, hoje e ontem, assumindo o ser humano que é e se responsabilizando pelas escolhas que estará habilitado a passar a fazer.
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Psicanálise
Psicanálise é um método de tratamento que busca entender o funcionamento da mente humana, em boa parte, inconscientes, ou seja, para a psicanálise, nós não temos consciência de vários fatores que definem nossas emoções e comportamentos.
Esta teoria serve como uma abordagem para o tratamento de uma série de transtornos que causam sofrimento emocional, como fobias, compulsões e angústias. Por exemplo, quando alguém apresenta alterações de humor, problemas de autoestima, dificuldades de relacionamento no trabalho ou em relações amorosas.
A imagem clássica da pessoa no divã conversando com o analista ajuda a explicar como funciona uma terapia psicanalítica. Tudo está pautado na relação de confiança entre o analista e cliente, sendo o diálogo o principal instrumento de trabalho.
A abordagem criada por Sigmund Freud ao longo de mais de 100 anos, e continua sendo desenvolvida ao redor do mundo, usa o princípio da associação livre. A ideia é orientar a pessoa a conversar sobre vários temas com o analista, sem nenhum filtro. Sejam acontecimentos e detalhes da vida cotidiana, devaneios ou lembranças de sonhos. Esse processo ajuda a trazer à tona certos pensamentos que, normalmente, não seriam acessados.
Durante o processo terapêutico, investiga-se também as memórias e experiências da infância, com grande importância no entendimento do inconsciente. O profissional, por sua vez, irá ajudar a interpretar e organizar todas as informações e identificar de onde surge determinado trauma, inibições ou medos.
Às sessões de psicanálise podem ser feitas com idosos, adultos, adolescentes e crianças. Individualmente ou grupo. Além disso, às sessões geralmente tem uma duração de 45 a 50 minutos, com uma frequência de aproximadamente uma vez por semana. Esta periodicidade é fundamental para obter sucesso no processo de acessar o inconsciente.
Quando buscar um psicanalista?
Ao perceber problemas em se relacionar no ambiente de trabalho ou familiar sensação de vazio ou inadequação dificuldade em expressar suas emoções sentimento frequente de ressentimento ou mágoa preocupações obsessivas medos que a princípio possam ser injustificados. Vale ressaltar que um tratamento psicanalítico não é somente destinado para tratar algum distúrbio, podendo ser uma boa ferramenta para quem deseja conhecer melhor e descobrir novas perspectivas.
Quais são os resultados da psicanálise?
A psicanálise mostra bons e duradouros resultados no alívio de sofrimento psíquico, ajuda a melhorar a qualidade de vida e as relações interpessoais. Isso porque o tratamento ajuda o indivíduo a se autoavaliar e a buscar soluções a seus problemas.
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Terapia Cognitivo Comportamental
É caracterizado pela observação do comportamento influenciado pelos sentimentos, além da resolução dos distúrbios presentes no quadro clínico atual do paciente
De modo geral, a terapia cognitivo comportamental é um conjunto de procedimentos que une técnicas da terapia cognitiva e da terapia comportamental, e visa entender a maneira como o paciente entende as situações, aspectos e fatores emocionais e comportamentais. O princípio básico é que os fenômenos, acontecimentos e fatos cotidianos interferem na perspectiva — no cognitivo — e visão do mundo de cada pessoa, modificando assim seu comportamento, crenças e pensamentos. Ou seja, a terapia cognitivo comportamental investiga situações como as distorções cognitivas e o modo que isso influência no comportamento do paciente.
Segundo o Conselho Nacional de Psicologia, os principais transtornos psicológicos tratados por meio da TCC, são os seguintes:
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Depressão
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Transtorno de Ansiedade
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Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)
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Síndrome do Pânico
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Fobia Social
Ou seja, são os distúrbios que afetam a mentalidade e perspectiva do paciente em relação a sua própria vida, e consequentemente influenciam em seu comportamento. É importante ressaltar que a TCC trata justamente essa ligação entre os pensamentos e os sentimentos, e busca fazer uma interpretação correta desse processo.
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Abordagem Sistêmica
A abordagem sistêmica é uma forma de compreender o ser humano a partir de suas relações e contextos de vida, reconhecendo que pensamentos, emoções e comportamentos não surgem de maneira isolada, mas são construídos e influenciados pelas interações familiares, sociais, culturais e afetivas ao longo da vida.
Na psicologia sistêmica, o foco não está apenas no indivíduo, mas no sistema do qual ele faz parte — como a família, o casal, o ambiente de trabalho e outras redes de convivência. Cada pessoa exerce um papel dentro desses sistemas, e mudanças em um membro impactam todo o conjunto. Por isso, o sofrimento emocional é compreendido como resultado de padrões de relacionamento, formas de comunicação, vínculos e histórias compartilhadas.
A psicoterapia sistêmica busca ampliar a consciência sobre esses padrões, ajudando o paciente a identificar repetições, crenças e dinâmicas que podem estar gerando conflitos, sofrimento ou bloqueios emocionais. A partir desse entendimento, o processo terapêutico favorece a construção de novas formas de se relacionar consigo mesmo e com os outros, promovendo mais equilíbrio, autonomia e bem-estar emocional.
Essa abordagem é especialmente indicada para:
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dificuldades nos relacionamentos,
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conflitos familiares,
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questões conjugais,
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problemas de comunicação,
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sofrimento emocional associado a vínculos afetivos,
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momentos de transição ou crise (luto, separações, mudanças familiares).
Na prática clínica, a abordagem sistêmica valoriza a escuta qualificada, o fortalecimento dos vínculos saudáveis e o respeito à singularidade de cada pessoa, considerando sua história, seu contexto e suas relações. O objetivo não é buscar culpados, mas compreender o funcionamento do sistema e favorecer transformações que promovam saúde mental e qualidade de vida.











